30. 03.

Esse blog andou meio fora do ar, o motivo? o melhor de todos. Mas esse post nao é pra pedir desculpa ou explicar a razão, e sim pra desempilhar a pilha dos shows q ficaram pelo caminho. É, tem gente q quando eu falo de show, de música, de banda estranha (pra quem nao sabe) torce o nariz, vira a página, cancela o RSS ou passa adiante. Se vc é um desses… pare por aqui.

Editors
Esse faz tempo, acho q mais de um mês, reabrindo o calendários de shows por Seattle. Vou te falar q nao levava muita fé nos caras, e considerava um Interpol wanna be, q nao deixa de ser um Joy Division wanna be (referencias ao Lúcio). Agora, em matéria de show, os caras mandam consideravelmente melhor q o Interpol, tem muito mais carisma e presença de palco q os nova iorquinos burocráticos. Enfim, show bom pacas e só nao tem um filminho maior pq fiz o favor de deixar o cartao de memoria em casa, ou seja, tive q me contentar com a memória interna da camera.

Gogol Bordello
Entendo perfeitamente a magreza do vocalista, o show é tão frenético q no minimo uns 5 quilos sao perdidos por noite. Aquele bando de doido cigano simplesmente nao para, umas duas horas de show de tirar o fôlego. O bis segue a mesma linha tomando conta de praticamente meio show. Se sao bons? é banda pra show, ouvir em casa perde muito do apelo, agora, é tanto pula pula q me pergunto como seriam se tivessem nascido na Bahia

Diplo + Justice
Queria agradecer ao myspace por me dar de bandeja um show do Diplo com o Justice. Ok, nao chegou a ser melhor q o show do Justice ano passado (melhor de 2007), mas foi bom pacas. Vamos combinar q a duplinha francesa faz um estrago e reconstruindo todas as músicas coloca todo mundo pra dançar. Aquela cruz, os amplificadores Marshall e o jogo de luz dá um tom tão apoteótico q a única coisa q me lembra é o espetáculo do Daft Punk.

Por hoje é só, mais pra frente.. Nada Surf


24. 03.

Após uma longa espera, chega finalmente ao YouTube o mais novo filme da Weekend Productions. Uma história marcante e arrebatadora q inundará de lágrimas o teclado de seu computador.


18. 12.

Ele era muito mais do que o melhor junk food da cidade.
Ele era muito mais do que um pub de banheiros sujos, sofás vermelhos perto da minha casa
Ele era muito mais do que uma modesta casinha de show para 350 pessoas

Ele tinha história. Se existe algum lugar q personificava a música, esse canto era o Croc. Abriu nos meiados de 91, meses depois do estouro de “Smell Like Teen Spirit”, e em pouco tempo virou referência. Sabe aquele lugar q as bandas ligam querendo tocar? Esse era o Croc. É interminável o número de gente q se apresentou por lá: Beck, Strokes, Modest Mouse, Death Cab for Cutie, R.E.M., etc.

Momentos históricos ficaram marcados naquele pequeno palco, como uma aparição surpresa do Pearl Jam no meio de um show do Cheap Trick, ou um show dos Beastie Boys com ingressos esgotados em menos de 10 segundos (e eu perdi).

Sem dúvida o momento mais marcante foi em 4 de outubro de 1992, nesse dia por apenas $3 dólares o públic pode assistir Midhoney e uma tal de Pen Cap Chew. E o q tem de histórico nisso? O fato de Pen Cap Chew ser um nome fake inventado pela maior banda de Seattle dos últimos tempos… Nirvana

Segue um vídeo daquela apresentação

Triste fim do Croc e uma lástima pro bairro de Belltown, cada vez mais um bairro de camisas Armani e sem um pingo de all-stars pela rua.

PS: tem link da notícia aqui


16. 12.

Parei pra pensar e vi q não tinha q parar pra pensar coisíssima nenhuma. O show do ano foi sem dúvida nenhuma:

Justice no Neumos: num resumo rápido eu diria q mesmo indo sozinho não deu pra ficar indiferente a um show de 3 horas de duração. Claro, é muito mais q isso, dá uma olhada na resenha q foi parar no .::musicness::. pra ter idéia do q eu to falando

Menções honrosas:
- Kaiser Chiefs (Coachella): “We are the world famous Kaiser Chiefs!”, no final do show não havia uma viva alma capaz de discordar
- Arcade Fire (Coachella): a primeira vez a gente nunca esquece, todo mundo falava q o show era um absurdo, só não imaginava q fosse tanto


9. 11.

Dessa vez o show foi do The Hives. Sabe aquela bandinha q tocava anos atrás “Hate to Say I Told You So”? Pois é, os caras são bons! O show é excelente, em grande parte pela capacidade absurda que o vocalista Howlin’ Pelle Almqvist tem de se comunicar com o público.

Quer detalhes? Pra variar tá lá no .::musicness::. (de endereço novo). A resenha do show foi feita pela Ana, e tem um vídeo meu q modéstia parte… tá excelente. Clica aqui e vai!


29. 10.

Saiu mais uma historinha de show lá no .::musicness::. Dessa vez é do Digitalism que rolou semana passada no Chop Suey.
Se tiver tempo, interesse e/ou paciência passa lá clicando aqui.


4. 10.

Quarta passada teve show do Bonde do Role por aqui. Só q dessa vez em vez de escrever qualquer baboseira por aqui, o texto com o vídeo ficou mais bonitinho e foi parar no blog .::musicness::.

É isso aí, de uma hora pra outra acabei virando correspondente internacional… vai pra lá.


1. 10.

E de novo os macacos do ártico destruíram tudo q tinha pela frente. Dentro do Paramount tocaram todas as músicas dos dois álbuns e ainda meteram uma nova. O público fugiu do padrão dançando e cantando como loucos.
Cheguei à conclusão q a nova geração de Seattle é consideravelmente mais animada do q a geração atual. Não é a primeira vez q a turma nova dá de dez nos idosos de 30. Só espero q não sofram de envelhecimento precoce.

O vídeo são 10 minutos frenéticos. Still Take You Home, Fake Tales of San Francisco, Fluorescent Adoledscent, e A Certain Romance, tudo aí a um clique de distância.


29. 09.

Não tem muito o q falar.
Gossip abriu e por mais q a Beth Ditto se esgoelasse, nao conseguiu levantar a platéia fria de Seattle.
Lcd Soundsystem veio logo em seguida, pegou um publico maior, mas a acústica terrível do Bank of America Arena piorou bastante a apresentação.
Finalmente apareceu o Arcade Fire, e mostrou novamente que é um absurdo no palco. Meu comentário é o mesmo q eu fiz nos tempos do Coachella: “Primeiro lançam um CD excelente, depois lançam um outro CD melhor q o primeiro, depois me manda um show desse na cara… isso é sacanagem pra qq mortal.”

O vídeo tenta mas nao chega nem perto

PS: O show do Gossip começou 15 minutos antes, venderam em pé e colocaram mais da metade sentado, não tinha cerveja à venda, etc. Enfim, tudo na mais absoluta normalidade tosca da América.


3. 09.

Voltando pros posts de cunho cultural sobre música estranha pra maioria e de bom gosto pros informados, esse final de semana tava rolando há 3 quadras da minha casa o Bumbershoot Music Festival. O Flickr tem umas 50 fotos, o YouTube tem vários vídeos e logo aqui debaixo tem os mais interessantes.

The Shins mandando um Floyd

Pharmacy mandando um Beatles

Devendra Benhart

o roteiro básico do festival foi:
Sabado:
- The Shins: bem bom, mas é calminho demais pra festival
- The Lashes: vale a pena ouvir, e o vocalista é sensacional
- The Pharmacy: abrindo o show com Eleanor Rigby foi sem dúvida o melhor momento, mas é legal vai.
- Gogol Bordello: FODA, melhor show do festival, os caras conseguiram finalmente descruzar o braço do povo de Seattle, e um bis interminável… graças a Deus.

Domingo:
- Kings of Leon: mostraram q o show do Coachella foi excessão, eles realmente (apesar de serem excelentes) nao seguram a onda no palco
- Apples in Stereo: música pra deixar as pessoas felizes, mas nem assim o povinho de Seattle tirou o pé do chão.
- Art Brut: um exemplo de presença de palco. perdeu pro Gogol por pouco, muito pouco
- Andrew Bird: é bom, mas pra ouvir em casa, no show eu saí antes da metade
- Devendra Benhart: começou devagar mas depois engrenou e acabou muitissimo bem.

Segunda:
- Nada demais na programação, fiquei aqui uploadiando tudo



rugas e pés de galinha

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