8. 04.
30. 03.
Editors
Esse faz tempo, acho q mais de um mês, reabrindo o calendários de shows por Seattle. Vou te falar q nao levava muita fé nos caras, e considerava um Interpol wanna be, q nao deixa de ser um Joy Division wanna be (referencias ao Lúcio). Agora, em matéria de show, os caras mandam consideravelmente melhor q o Interpol, tem muito mais carisma e presença de palco q os nova iorquinos burocráticos. Enfim, show bom pacas e só nao tem um filminho maior pq fiz o favor de deixar o cartao de memoria em casa, ou seja, tive q me contentar com a memória interna da camera.
Gogol Bordello
Entendo perfeitamente a magreza do vocalista, o show é tão frenético q no minimo uns 5 quilos sao perdidos por noite. Aquele bando de doido cigano simplesmente nao para, umas duas horas de show de tirar o fôlego. O bis segue a mesma linha tomando conta de praticamente meio show. Se sao bons? é banda pra show, ouvir em casa perde muito do apelo, agora, é tanto pula pula q me pergunto como seriam se tivessem nascido na Bahia
Diplo + Justice
Queria agradecer ao myspace por me dar de bandeja um show do Diplo com o Justice. Ok, nao chegou a ser melhor q o show do Justice ano passado (melhor de 2007), mas foi bom pacas. Vamos combinar q a duplinha francesa faz um estrago e reconstruindo todas as músicas coloca todo mundo pra dançar. Aquela cruz, os amplificadores Marshall e o jogo de luz dá um tom tão apoteótico q a única coisa q me lembra é o espetáculo do Daft Punk.
Por hoje é só, mais pra frente.. Nada Surf
16. 12.
Justice no Neumos: num resumo rápido eu diria q mesmo indo sozinho não deu pra ficar indiferente a um show de 3 horas de duração. Claro, é muito mais q isso, dá uma olhada na resenha q foi parar no .::musicness::. pra ter idéia do q eu to falando
Menções honrosas:
- Kaiser Chiefs (Coachella): “We are the world famous Kaiser Chiefs!”, no final do show não havia uma viva alma capaz de discordar
- Arcade Fire (Coachella): a primeira vez a gente nunca esquece, todo mundo falava q o show era um absurdo, só não imaginava q fosse tanto
15. 12.
Seguindo a linha do post do Thiago, resolvi fazer a listinha básica do número de shows assistidos no ano q se passa. Quando eu digo q metade do meu salário vai pra show ninguém acredita, quem sabe deixando por escrito eu consiga convencer alguém.
Taí a lista dos q eu me lembro, mas com certeza teve show esquecido pelo caminho.
E as estrelinhas displicentes servem pra dar valor aos q merecem
Camera Obscura *
Bloc Party **
The Shins ***
Noisettes (Coachella) **
Tokio Police Club (Coachella) **
Of Montreal (Coachella) *
Arctic Monkeys (Coachella) ****
Felix da Housecat (Coachella) **
Benny Benassi (Coachella) **
Interpol (Coachella) ***
Bjork (Coachella) ****
The Cribs (Coachella) ***
The Fratellis (Coachella) ****
Hot Chip (Coachella) ***
MSTRKFT (Coachella) ***
Peter Bjorn & John (Coachella) **
Kings of leon (Coachella) ***
Arcade Fire (Coachella) *****
Girl Talk (Coachella) ****
um pedaço do Red Hot (Coachella) ***
The Rapture (Coachella) ****
The Good, The Bad and the Queen (Coachella) ***
Mika (Coachella) **
Tapes ‘n Tapes (Coachella) **
Explosions In The Sky (Coachella) *
Kaiser Chiefs (Coachella) *****
Klaxons (Coachella) ****
Manu Chao (Coachella) *
Rage Against the Machine (Coachella) ****
Lcd Soundsystem ****
!!! ***
The Killers ****
Menomena ***
Cave Singers ***
Whalebones ****
Busdriver *
CSS ***
Klaxons *
Daft Punk *****
Magic Numbers ***
Wilco ***
The Shins (Bumbershoot) ***
Lashes (Bumbershoot) ***
Pharmacy (Bumbershoot) **
Gogol Bordello (Bumbershoot) ****
Kings of Leon (Bumbershoot) **
Apples in Stereo (Bumbershoot) ***
Art Brut (Bumbershoot) ****
Andrew Bird (Bumbershoot) *
Devendra Benhart (Bumbershoot) ***
Muse ****
Simian Mobile Disco **
Diplo ****
Gossip ***
Lcd Soundsystem ***
Arcade Fire ****
Natalie Portman’s Shaved Head ****
Bonde do Role ****
Arctic Monkeys *****
Cristal Method *
Justice **********
Digitalism ****
The Hives ****
Feist ****
Total geral? Tô indo prum show… depois eu completo
9. 11.
Por favor não brigue, considere ao menos que estou aqui lhe contando a verdade com toda a minha sinceridade. Foi tudo meio sem querer, inocentemente fui caminhando para o prescipício e quando vi não dava para voltar atrás. Na hora pensei em te ligar, mandar um sms, mas não tive coragem. Pior, me aproveitei da situação e fingi ignorar a sua existência por um tempo.
Realmente não há como negar q foi bom, e se paro pra pensar não me arrependo, faria de novo sem pensar duas vezes. Eu sei q soa duro, mas acredite, é melhor saber de uma vez toda a verdade. A consciencia pesa e dói um pouco na alma, juro q não quis me vingar, até pq vc nunca fez nada q merecesse vingança, sempre foi super correta comigo. Sou culpado e assumo, se eu quisesse nós poderíamos ter passado sem essa, mas não deu pra resistir.
Estava no trabalho meio estressado quando um amigo me chamou para sair mais cedo pra refrescar a cabeça. Fugímos do trânsito e encontramos uma amiga q ele está ficando, um casal de lésbicas e outra menina. Acredite, minha traíção não tem absolutamente nada a ver com essa outra menina. A traíção, é… não há como chamar de outro nome, se deve a uma quinta menina q surgiu durante a noite. Não teve como deixar passar, linda, magrinha, baixinha de cabelos longos e retos, franjinha na testa e correndo de um lado pro outro como uma menina travessa q sabe q fez besteira.
Desculpe, mas agora q comecei a contar terei q ir até o fim, é melhor, por mais q não possa te pedir confiança num momento desse, tente acreditar. Chegamos com calma, sentamos em nossas poltronas e alguns minutos depois ela apareceu cercada de quatro marmanjos. Coitados, nem foram notados, meus olhos eram só pra ela, e não me espantaria nem um pouco em dizer q todos ali só olhavam pra ela. Resisti um pouco quando ela me disse “My poor head is aching my sad heart in breaking”. Mas acabei jogando a toalha, o jeito doce de pedir desculpas falando no meu ouvido “I’m sorry. Two words I always think. After you’ve gone. When I realize I was acting all wrong” me fez cair de quatro.
A partir daquele momento não havia como voltar atrás, fiquei ali, despencado em minha poltrona, sem reação, tudo que ela fazia me deixava com mais cara de panaca do que eu já estava. Eu repetia o q ela dizia e sonhava para aquele momento não acabar nunca. Meus elogios lhe deixavam tímida e ela repetia como q se fosse adiantar alguma coisa “Take it slow. Take it easy on me”. Eu lá destruído e ela de vez em quando se fazendo de durona, de difícil, virava pro lado, balançava a cabeça e jogando seus cabelos pro lado falava “I’ll be the one who will break my heart” depois pra se afastar ainda dava um gritinho “ahh”.
Uma hora depois do nosso encontro ela contou até 10, pulou o 7 e o 8 e foi embora. Gritei por favor para não me abandonar assim, e esperei de pé. Ela atendeu, voltou, disse q seria breve, contou histórias de leões marinhos e se foi.
Caí de amores pela Feist, não há quem resiste a um show desse sem aviso prévio.
9. 11.
Dessa vez o show foi do The Hives. Sabe aquela bandinha q tocava anos atrás “Hate to Say I Told You So”? Pois é, os caras são bons! O show é excelente, em grande parte pela capacidade absurda que o vocalista Howlin’ Pelle Almqvist tem de se comunicar com o público.
Quer detalhes? Pra variar tá lá no .::musicness::. (de endereço novo). A resenha do show foi feita pela Ana, e tem um vídeo meu q modéstia parte… tá excelente. Clica aqui e vai!
29. 10.
Se tiver tempo, interesse e/ou paciência passa lá clicando aqui.
15. 10.
O texto foi parar lá no .::musicness::. Se tiver com saco de me ver escrevendo sobre música de novo, é só clicar aqui.
4. 10.
Quarta passada teve show do Bonde do Role por aqui. Só q dessa vez em vez de escrever qualquer baboseira por aqui, o texto com o vídeo ficou mais bonitinho e foi parar no blog .::musicness::.
É isso aí, de uma hora pra outra acabei virando correspondente internacional… vai pra lá.
1. 10.
Cheguei à conclusão q a nova geração de Seattle é consideravelmente mais animada do q a geração atual. Não é a primeira vez q a turma nova dá de dez nos idosos de 30. Só espero q não sofram de envelhecimento precoce.
O vídeo são 10 minutos frenéticos. Still Take You Home, Fake Tales of San Francisco, Fluorescent Adoledscent, e A Certain Romance, tudo aí a um clique de distância.










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